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No período de 9 a 12 de setembro de 2014, a Universidade do Estado do Amapá (Ueap) realizará o 1º Congresso Amapaense de Engenharia Florestal (Conaef), com a proposta de promover o debate sobre as mais relevantes questões acerca do setor florestal, entre as quais o mercado florestal na Amazônia e em especial no Estado do Amapá.

Os organizadores do evento estimam reunir um público de 300 pessoas constituído por engenheiros florestais, pesquisadores, estudantes e representantes dos setores público e privado, em torno do tema  “Perspectivas Econômicas com Base no Manejo Florestal Sustentável para a Amazônia”.

O congresso objetiva fomentar a conscientização sobre a importância das florestas produtivas e a sua conservação nas diferentes esferas da sociedade, buscando a evolução da política florestal estadual, da pesquisa e do desenvolvimento florestal de acordo com a realidade e as necessidades atuais e futuras da sociedade.

Ao idealizar o Coneaf, a coordenação de Engenharia Florestal da Ueap juntamente com os acadêmicos do curso, que participam do planejamento e organização do evento, quiseram chamar a atenção para a importância do setor florestal em prol do desenvolvimento de formas de vida sustentáveis, um tema que - segundo eles - teve papel secundário na história do desenvolvimento florestal amazônico.

A programação ofertará palestras, mesas redondas e minicursos e poderá ser acessada por meio do site http://conaef.webnode.com/. Estão abertas, até o dia 10 de agosto, as inscrições para submissão de resumos e, até o dia 5 setembro, as inscrições no evento.



A Universidade do Estado do Amapá sediou, nesta segunda-feira, 21, a prova de seleção dos candidatos do Estado inscritos no Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura (PPGAq) do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg). Foram candidatos dois engenheiros de pesca egressos da Ueap.

A Furg está localizada na cidade do Rio Grande que fica às margens do estuário que liga a Lagoa dos Patos ao Oceano Atlântico e abriga o único porto marítimo do estado e um dos principais centros pesqueiros do país. Desde sua fundação, a Universidade Federal do Rio Grande voltou-se para o estudo do mar, e em 1987 foi aprovada como vocação institucional o estudo e a compreensão das inter-relações entre os organismos, incluindo-se aí o homem, e o ecossistema costeiro.

Essas diretrizes passaram então a nortear a política acadêmica da Universidade. Os estudos sobre o cultivo de peixes e camarões iniciaram em 1972, como parte do curso de graduação em Oceanologia. Entretanto, o grande impulso nesta área ocorreu em 1989, com a construção da Estação Marinha de Aquacultura (EMA) na praia do Cassino e a incorporação do Laboratório de Aquacultura Continental (LAC) na enseada estuarina do Saco do Justino, em 1995.

A Universidade do Estado do Amapá está adequando seus espaços físicos para atender de forma mais eficaz as demandas de gestão acadêmica e administrativa. A reorganização espacial vem acompanhada de mobiliário no valor de R$ 989 mil, provenientes de recursos orçamentários próprios, que atenderá todos os campi da instituição.

As cadeiras, mesas, armários e gaveteiros irão suprir as necessidades de salas de aula, miniauditórios e setores administrativos dos três campi, incluindo o prédio onde funcionará o campus III, localizado na Avenida General Osório 1341, bairro Jesus de Nazaré, recém adquirido com recursos do Parfor/Ueap, para receber os cursos vinculados ao programa.

Fazem parte da reorganização espacial, a adoção de espaços privativos para setores até então aglutinados, tais como: coordenações de curso que passaram a contar, cada uma, com a presença de um técnico administrativo, estágio supervisionado e sala de reuniões.

Segundo o pró-reitor de Graduação Driss Wagner Pantoja Pena, que acumula temporariamente a Pró-Reitoria de Planejamento e Administração, a readequação dos espaços físicos fazem parte do planejamento institucional para receber os novos servidores docentes e do quadro técnico.

Para o reitor Perseu da Silva Aparício, as mudanças irão agilizar e atender com eficácia as atividades de ensino, pesquisa e extensão, com o diferencial de propor uma universidade mais participativa, horizontal, humana e menos burocrática.

Outras ações estão sendo programadas dentro do planejamento institucional da atual gestão que visam oferecer melhores condições de acomodação dos estudantes na utilização dos espaços físicos da universidade.

A turma do 7º semestre de Pedagogia do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) da Universidade do Estado do Amapá apresentou nesta sexta-feira, 18, exposição de fotos com o objetivo de fomentar ações de combate, por meio da educação, ao preconceito e toda forma de violência e exploração humana.

Mazelas sociais, tais como: trabalho escravo, violência sexual contra mulheres e crianças, preconceito contra homossexuais, violência doméstica, falta de conhecimento, falta de oportunidade, entre outras, foram identificadas em registros fotográficos de movimentos sociais por conquistas e na defesa de direitos já assegurados pela Constituição Federal do Brasil.

A disciplina Sociedade, Trabalho e Educação aborda as diferentes formas na educação escolar de reduzir essas mazelas sociais identificadas no cotidiano da sala de aula pelos professores em atividade na educação básica. Segundo a professora da disciplina, Iranir Andrade, o objetivo é estimular metodologias de transformação positiva e aplicá-las à educação.

Abraça-me

Um dos movimentos sociais com atuação no Amapá de combate à violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é a Rede Abraça-me, que tem por objetivo principal o aprimoramento do sistema de garantias das crianças e adolescentes vítimas da violência sexual e, em especial, o fortalecimento do fluxo de atendimento dos serviços da justiça, social e de saúde, além de integrar ações de prevenção. 

Criada no ano de 2008, a existência da Rede no Estado representa a união de instituições governamentais e não governamentais que trabalham para melhorar o atendimento das crianças e adolescentes em situação de violência sexual para a concretização de um trabalho comum e articulado.

Em maio de 2013, o governador o Amapá lançou cartilha educativa da Rede Abraça-me e assinou Decreto que estabelece as diretrizes e rotinas integradas com os órgãos de saúde e segurança pública do Estado do Amapá nos casos de violência sexual contra a criança e o adolescente. O ato concluiu a programação do Governo alusiva ao Dia Nacional de Luta e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criança e Adolescente que teve à frente a Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims).

Fazem parte da Rede, a Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social –AP (Sims), Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria); Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e Adolescente (Dercca), Delegacia de Investigação de Atos Infracionais (Deiai), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro de Referência e Atendimento à Mulher (Cram), Unidades Básicas de Saúde (UBS) Secretaria de Estado da Educação do Amapá( Seed), Centro de Referência de Doenças Tropicais (Crdt), Secretaria de Estado de Saúde do Amapá (Sesa), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa),Ministério Público (MP), Centro de Referência e Atendimento à Mulher (Cram), Polícia Técnica do Estado do Amapá (Politec). Hospital da Criança, Centro de Apoio da Infância e da Juventude( Caop), Centro de Atendimento à Mulher e a Família (Camuf), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sejusp), Conselho Tutelar, Sociedade Amapaense de Pediatria entre outras instituições.

A primeira reunião do reitor Perseu da Silva Aparício com os técnicos administrativos efetivos da Universidade do Estado do Amapá (Ueap) aconteceu na última sexta-feira, 11, e envolveu todos os que tomaram posse nos dias 1º e 2 de julho último. Além das boas vindas, o encontro teve por objetivo constituir a comissão que elaborará a minuta de plano de carreira da categoria, com a pretensão de encaminhá-la ao governador do Estado em tempo de ingressar na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2015.

O reitor ressaltou sobre a necessidade de os servidores se organizarem na forma de sindicato para que estejam respaldados legalmente no momento de sentar à mesa de negociações em torno do plano de carreira. "É bom que vocês se organizem e preparem o sindicato, nós vamos dar o apoio que está ao nosso alcance para facilitar a vida de vocês", disse Perseu Aparício, submetendo à aprovação dos presentes, a escolha dos nomes que comporão a comissão responsável por encaminhar o processo de elaboração da minuta do documento.

Fazem parte da comissão, designados pela Portaria n. 124/2014-UEAP, servidores da área jurídica, assistentes administrativos e representantes da administração superior com conhecimento técnico e especializado nas áreas de abrangência do plano.

O Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos técnicos efetivos da Ueap visa à estruturação da carreira dos servidores do quadro, constituído de cargos com níveis de escolaridade básica e superior. No plano, estarão definidas a tabela salarial organizada por classes, progressão da carreira, vantagens e auxílios, tais como, alimentação e saúde.

Parceria

Esta é a segunda vez que a gestão administrativa da Ueap participa diretamente da elaboração do PCCR de servidores da instituição. Em março de 2012, logo após a investidura em efetivo exercício dos docentes aprovados no primeiro concurso público, atendendo a uma determinação do governador do Estado, a administração superior constituiu a comissão para elaboração da minuta do Plano, com a presença dos superiores hierárquicos de áreas estratégicas.

A exatos um ano depois, no dia 21 de março de 2013, o Projeto de Lei do PCCR dos docentes da Ueap estava sendo encaminhado pelo Governador para aprovação pela Assembléia Legislativa. No dia 29 de abril, a Lei n. 1.743/2013, que institui o PCCR, estava sendo homologada pelo Governador, que atendeu a todas as reivindicações contidas no plano e concedendo aos docentes a segunda maior composição salarial das universidades do Norte, só perdendo para o estado do Amazonas.

Para o governante, a adoção salarial diferenciada para a região faz-se necessária para atrair quadros qualificados que resultem no aumento da produção da pesquisa e da inovação tecnológica. O objetivo, segundo o governador do Estado, é fazer da Universidade do Estado uma instituição credenciada para o desenvolvimento científico e tecnológico do Amapá e da região Norte, inclusive com a formação de médicos, autorizada pela Lei 1.821, de 7 de maio de 2014, que autoriza o Poder Executivo a criar o curso de Medicina na universidade e a adotar todas as medidas financeiras e orçamentárias para implantação e implementação desta Lei.

Entre as vantagens dos ocupantes de cargo efetivo docente da Ueap em regime de 20 e 40 horas, estão: a progressão (acréscimo de 5% sobre o vencimento básico da classe e nível do docente, a cada 18 meses), promoção (aumento de 20% sobre a remuneração por mudança de classe resultante de obtenção de titulação), gratificação de titulação (acréscimo de percentuais de 15, 30 e 50 por cento sobre os vencimentos básicos de especialista, mestre e doutor, respectivamente) e, quando couber, adicionais de insalubridade e/ou periculosidade e de interiorização.

Além disso, o PCCR assegura ao docente, a cada sete anos consecutivos de efetivo exercício, afastamento de seis meses sem prejuízo de remuneração, com possibilidade de ser renovada por igual período, para a execução de Programa de Capacitação Docente, constante no Plano de Trabalho anual do servidor. A licença, chamada de licença sabática, permite a realização de cursos de pós-graduação stricto sensu, atividades técnicas, científicas, culturais e artísticas realizadas em nível estadual, nacional ou internacional.

No período de 7 de julho a 2 de agosto, 21 turmas de graduação, com ingresso na Universidade do Estado do Amapá por meio do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica - Parfor, estarão cursando semestre letivo intensivo nos turnos da manhã e tarde, nos campi I e II.

Os cerca de 600 estudantes estão distribuídos em turmas de licenciatura em Pedagogia (18), Química (2) e Ciências Naturais (1), dos quais em torno de 200 estão em fase de integralização curricular. É o caso das seis primeiras turmas de pedagogia e da primeira turma de química.

O Parfor, na modalidade presencial, é um Programa emergencial, instituído para atender o disposto no artigo 11, inciso III do Decreto nº 6.755, de 29 de janeiro de 2009. Visa induzir e fomentar a oferta de educação superior, gratuita e de qualidade, para professores em exercício na rede pública de educação básica, para que estes profissionais possam obter a formação exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN e contribuam para a melhoria da qualidade da educação básica no País.

O acesso dos docentes à formação requerida na LDBEN é realizado por intermédio da oferta de turmas especiais, por Instituições de Educação Superior IES conveniadas, em: Licenciatura para docentes ou tradutores intérpretes de Libras em exercício na rede básica de educação, com ou sem formação superior; Segunda licenciatura para professores licenciados que estejam em exercício há pelo menos três anos na rede básica de educação que atuem em área distinta da sua formação inicial, ou para profissionais licenciados que atuam como tradutor intérprete de Libras na rede básica de educação; e Pedagogia para docentes ou tradutores intérpretes de Libras, com nível superior em curso que não seja de licenciatura, que se encontram no exercício da docência.

Desde o dia 2 de julho, os docentes aprovados no último concurso público da Universidade do Estado do Amapá participam de curso de capacitação em Língua Brasileira de Sinais - Libras para metodologia aplicada aos acadêmicos surdos da universidade.

O curso é realizado pela Unidade de Educação Inclusiva - UEI, sob a coordenação de Michelle Borralho, com a parceria do professor especialista Abymael Pereira, da Universidade Federal do Amapá.

As aulas estão acontecendo no auditório do Campus II, no horário de 8h às 12h, de segunda à sexta-feira, e se estenderá até o dia 18 de julho.

Por meio da capacitação, os docentes terão a habilidade de planejar as aulas direcionadas aos estudantes surdos, complementando a política de educação inclusiva da Universidade, que também inclui o assessoramento individual aos educandos pelos tradutores intérpretes da UEI.

O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, nomeou na tarde/noite desta terça-feira, 1º de julho, o primeiro reitor e vice-reitor oriundos de um processo de disputa eleitoral que envolveu as categorias discente, docente e técnica administrativa da Universidade do Estado do Amapá. Os novos gestores assumem para um mandato de quatro anos.

Os professores Perseu da Silva Aparício e Breno Marques da Silva e Silva, reitor e vice-reitor, respectivamente, concorreram ao processo de consulta prévia à comunidade universitária pela chapa UEAP +: Universidade de Qualidade para a Comunidade, sendo a segunda mais votada de duas que concorreram ao pleito. Em atendimento à legislação aplicada, os ocupantes do cargo de reitor e vice-reitor devem pertencer ao quadro docente efetivo da Universidade.

O governador Camilo Capiberibe disse que havia pensado um processo de consulta à comunidade universitária para reitor e vice-reitor da Ueap com maior representatividade de candidatos, resultando não apenas em dois nomes, mas bem mais que isso. Por isso defendeu que a eleição acontecesse após a realização do concurso público e ingresso dos aprovados.

Camilo Capiberibe frisou, durante a solenidade de posse, a responsabilidade dos novos gestores em encaminhar o processo aberto pela gestão que se encerra, de Maria Lúcia Teixeira Borges e Fernando da Costa Ribeiro, caracterizada pela fundação dos alicerces do ensino, da pesquisa e da extensão, até então ineficazes enquanto tripé universitário, e que seguiu uma prioridade do governo de estruturar o quadro de servidores efetivos da Universidade e alcançar a sua efetiva implantação.

"Eu tenho uma parcela muito grande de responsabilidade e faço isso com a mesma ciência com que fiz as duas outras escolhas, para a Procuradoria Geral do Estado e para a presidência da OAB. Acredito que esses senhores vão ter a capacidade e a força que a juventude dá para vencer os desafios e dar um norte à Universidade, fazendo-a uma instituição que responda aos anseios da nossa juventude", declarou o governador durante a cerimônia de posse.

Entre as missões atribuídas por Camilo Capiberibe aos novos gestores destacam-se a implementação do curso de medicina e a formação de uma universidade voltada para a pesquisa. O governador reiterou o compromisso em continuar apoiando a instituição e garantir as plenas condições de funcionamento. O reitor e vice-reitor empossados agradeceram ao governador e firmaram o compromisso de fazer a Ueap crescer e se tornar uma instituição de mais excelência ainda.

A passagem dos cargos acontece um dia após a investidura em cargo público de 138 (55 docentes e 83 técnicos administrativos) concursados da Universidade do Estado, aprovados no segundo concurso público realizado pelo governador Camilo Capiberibe para a Ueap. O ingresso dos servidores, somado aos 30 professores aprovados no primeiro concurso, em 2011, representa 72% do quadro efetivo total da instituição. Os 28% das vagas restantes serão preenchidas com a segunda chamada dos classificados e pela realização do terceiro concurso, já autorizado pelo governador do Estado.

Currículos

Perseu da Silva Aparício tem 32 anos, é graduado em Engenharia Florestal (2006), mestre em Ciências Florestais (2008), doutor em Biodiversidade Tropical, atualmente é professor concursado da Universidade do Estado do Amapá e pró-reitor de Extensão. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Manejo Florestal, atuando principalmente nos seguintes temas: Dendrometria, Estatística e Experimentação Florestal e Inventário Florestal. Com experiência em Montagem e Execução de Projetos, Procedimentos de laboratório e Docência.

Breno Marques da Silva e Silva tem 33 anos, é bacharel em Ciências Biológicas (2005) com Complementação Pedagógica em Biologia/Química/Física (2009), aperfeiçoado em Botânica (2007), é mestre em Agronomia (2007) e doutor em Agronomia (2010). Atualmente, é professor da Universidade do Estado do Amapá e pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação. Atua como revisor de diversas revistas científicas e desenvolve pesquisas em Botânica e Fitotecnia, com ênfase em Morfo-anatomia e Fisiologia Vegetal, Tecnologia de Sementes e Produção de Mudas e Florística e Fitossociologia de Ecossistemas Amazônicos.

Quarta, 02 Julho 2014 10:45

NOTA DE PESAR

A UEAP manifesta seu pesar pela morte de Maria Ferreira da Silva, genitora da servidora desta IES, Maria Iraci Silva da Cruz. Maria Ferreira da Silva teve seu estado agravado, vindo a falecer no dia 29 de junho de 2014. Os servidores da Universidade do Estado se unem à família neste momento de pesar e deseja conforto e condolências a todos.

Em um momento histórico para a Universidade do Estado do Amapá, marcado pelo tom de despedida nas palavras da reitora Maria Lúcia Teixeira Borges, que passará o cargo na manhã desta terça-feira, 1º de julho, o governador Camilo Capiberibe nomeou, nesta segunda-feira, 30, os 138 aprovados no concurso público para os quadros de docente e técnico administrativo da universidade.

Os 55 docentes e 83 técnicos administrativos compareceram na cerimônia realizada no Teatro das Bacabeiras e foram recebidos pelos servidores da Ueap, tendo à frente a reitora e o vice-reitor Fernando da Costa Ribeiro, e equipe de Governo, em que estavam presentes a secretária de Estado da Inclusão e Mobilização Social, Cláudia Camargo Capiberibe, o secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Antônio Cláudio Almeida de Carvalho, a deputada federal pelo Amapá, Janete Capiberibe e a secretária de Estado da Educação, Elda Araújo.

Esta é a segunda vez que o governador Camilo Capiberibe estrutura a Universidade do Estado com servidores efetivos, desta vez criando o quadro de técnicos administrativos e completando o quadro de docentes, após o primeiro concurso público que realizou, em 2011. Na ocasião, foram oferecidas 72 vagas, tendo sido preenchidas pouco mais de 50%. Neste concurso, das 81 vagas ofertadas, 55 foram preenchidas, o que levou o governador a já pensar em um terceiro concurso para atender a demanda da instituição por um quadro qualificado de mestres e doutores.

"Não temos o volume de ciência e tecnologia que a Amazônia merece, temos tanto a fazer nesta região que só vamos dar esse passo com pesquisa e produção tecnológica. Temos que pensar essa Universidade como uma universidade que precisa responder com inovação para encontrar os caminhos do desenvolvimento, e se não conseguirmos atender essa demanda com o quadro atual, começaremos a trabalhar um terceiro concurso público", comprometeu-se o governador.

No início de seu governo, lembrou Camilo Capiberibe, a Ueap amargava um horizonte de incertezas, ocasionado pela falta de quadro próprio de servidores e sem nenhuma expectativa de diplomar seus primeiros egressos. Naquele momento, segundo o governador, "era preciso virar esse jogo, e com agilidade para termos uma universidade estruturada e fortalecida". Uma das primeiras ações, resultou na elaboração do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração , que estabelece salários competitivos como forma de atrair doutores e mestres para a Amazônia.

Os avanços da Ueap de hoje, para a reitora Lúcia Borges, são graças à decisão política de governo e materializaram-se na procura de mais de 11 mil inscritos neste segundo concurso. "Da nossa parte, acreditamos ter cumprido fielmente nossa missão como administradora e dizer com convicção que a UEAP está pronta para continuar no caminho da formação de mão-de-obra qualificada para o Amapá e para o mundo", declarou a reitora.

A nomeação dos novos docentes e técnicos administrativos da Ueap também ressaltou a valorização da educação do campo, representada pelo professor nomeado Pedro Correia de Souza, militante da educação do campo e filho de agricultor. "Sabemos do compromisso em melhorar a cada dia a qualidade do ensino superior do Estado, articulando dentro do processo de formação acadêmica a relação com as diferentes populações, como as indígenas, quilombolas, ribeirinhas e do campo, de reconhecê-las não somente como fonte de pesquisa de saberes, mas como sujeitos integrantes de uma única sociedade", declarou o docente.

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